ENCONTRO IMEDIATO SOBRE TREVISO EM 19JUN1979, 11:30 H

 

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Em 19 de Junho de 1979, o oficial piloto-aviador da Força Aérea Italiana, Giancarlo Cecconi, descolou da base de Sant ’ Angelo, em Treviso, norte de Itália para uma missão de reconhecimento, na região dos montes Apeninos, tripulando um avião FIAT G-91 R.

Regressando à base, cerca das 11 : 30 H da manhã, e no instante em que se preparava para aterrar, deparou-se, a 2000 metros de altitude, com um "tubo" a flutuar, que mais se assemelhava a um depósito de uma cisterna de combustível, com 8 metros de comprimento e 3 de diâmetro, sendo encimado por algo semelhante a uma "cúpula".

Por momentos Cecconi não soube qual a atitude a tomar e resolveu entrar em contacto com os operadores do centro de rasteio aéreo militar localizado em Istrana, que confirmou a detecção do fenómeno no radar. 

Decidiu então "abortar" a manobra para efectuar a aterragem e prosseguir em direcção ao"tubo". Pouco depois, e já próximo dele, começou a circunscreve-lo a uma distância de cerca de 80 metros, aproveitando, simultaneamente, uma vez que o FIAT G-91 R, estava equipado com uma câmara fotográfica utilizada nas missões de levantamento cartográfico, tirado um total de 82 fotografias do OVNI que, mais tarde, seguiram para o Estado Maior da Defesa. 

Entre as informações que conseguiu recolher, e apesar de circundar o objecto várias vezes, foi a de que ele manteve sempre as mesmas rota e velocidade ( 500 Km / hora) não apresentando exteriormente quaisquer marcas, símbolos ou números. Em determinado momento, o piloto Cecconi posicionou o avião ao lado do objecto; então, este afastou-se ligeiramente do FIAT. Pouco depois, o fenómeno subiu até aos 13000 pés de altitude, "volatilizando-se", repentinamente.

Apesar de, publicamente, o Ministério da Defesa italiano ter afirmado à imprensa italiana, nomeadamente à revista "Época" que publicou algumas das fotos obtidas, que a observação feita em Treviso não passava de um balão, esta justificação não convenceu os investigadores privados e muito menos a principal testemunha.

O caso parecia ter ficado esquecido até que, em Julho de 1994, e por pressão da opinião pública, uma petição do parlamento italiano deu entrada no Ministério da Defesa, solicitando que fossem divulgados publicamente todos os processos relativos a avistamentos de OVNI’s em Itália, a quem os pretendesse consultar, o que foi conseguido. Cecconi, principal testemunha e protagonista do incidente, já na situação de reserva, solicitou em 1995 a consulta do processo de Treviso, tendo constatado que em todas as investigações feitas pelo Ministério da defesa o fenómeno por ele fotografado estava classificado como sendo Não Identificado.

© e Investigação de J. Garrido/CEAFI

 

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