OBJECTOS EM FORMA DE "PÊRA"

 

Dois "incidentes", relativos a observações de fenómenos OVNI,  tiveram lugar em Portugal e em Espanha,  há alguns anos, com  objectos voadores semelhantes.

No que tange à que foi feita em Portugal, a testemunha indicou que, durante a madrugada do dia 16 de Março de 1975, mais concretamente cerca das 2:00 H, foi despertada por um ruído tipo assobio provindo do exterior. Assomando-se à janela, constatou que, na direcção do Monte da Virgem, em Vila Nova de Gaia, via distintamente dois objectos estranhos emitindo luzes multicolores sobrevoando as antenas da Radio Televisão Portuguesa. Foi buscar a sua máquina fotográfica, uma INSTAMATIC 200 da Kodak, tendo tirado várias fotos, numa das quais se vê, com perfeita nitidez, o contorno de 2 objectos: um deles em forma de disco; e outro em forma de pêra. Cerca de dois minutos mais tarde, o fenómeno deixava de ver-se uma vez que afastara-se em direcção ao Sul, deixando de ouvir-se o ruído sibilante.

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No que concerne à segunda observação, aquela que ocorreu em Espanha e foi investigada pelo CEI-Centro de Estudos Interplanetários, e teve lugar na noite do dia 1 de Abril de 1976, cerca das 22:40 H, na estrada N-240 entre Huesca e Monzón. Com efeito, o Sr. Alberto Ballarin e esposa regressavam a casa percorrendo a via acima indicada, quando, próximo de um posto de abastecimento de combustível, em Angues, viram ao longe uma luz amarelada deslocando-se ao longo da estrada. 

A princípio, pensaram tratar-se de outro veículo automóvel movimentando-se em sentido inverso ao deles. Porém, à mediada que aproximavam-se foram reduzindo a velocidade em virtude das características que apresentava serem bastante estranhas; é que aquele "veiculo" parecia ter luz própria, e não tinha farois; conforme afirmaram, deslocava-se "balanceando-se" a pouca altura do solo –cerca de meio metro-, da base do qual, "saltavam faíscas" de cor branca-amarelada. Já bem próximos do OVNI, verificaram que  teria cerca de 3,5 metros de altura, 8 ou 9 de largura - observe-se o desenho abaixo, que elaboraram cuidadosamente -, de aspecto metálico e de cor azul-escura acetinada, não emitindo qualquer luz, apenas dele emanando luminosidade própria. A configuração, um pouco semelhante à de um "capacete", culminava no topo com algo semelhante a um cristal "opaco", mais luminoso. 

Ao cruzarem-se na estrada com este "artefacto", as testemunhas afirmaram que não emitia qualquer ruído vendo-se, próximo da base, pequenas "protuberâncias" que o circundavam, distanciados, entre si, 60 a 70 centímetros e que teriam a dimensão aproximada de "dois punhos fechados".

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